
mariaklimsa@yahoo.com.br
Alfabeto de massa, brinquedo infantil. No jardim de infância a criança entra no universo dos símbolos e vai descobrindo a magia das palavras através da letra, que encabeça cada nome.
Macarrão de letrinhas, sopa cheirando a alfabeto, colheradas de fantasia, beijos de fumaça. Letras que deslizam no caldo são sonhos que percorrem o imaginário. Projetos que montam no dorso da inocência. No papel, o desenho da letra. Na mente, o registro das significações, o corte e o recorte do que simboliza cada traço. Palavras vestidas de riqueza jardinam a mente infantil. Escrita e papel sintonizam, apontam caminhos. Partida para tecer o texto, voo para a comunicação, rasgo para a vida.
Outros jardins vão florindo pela existência. Nem sempre de viçosas flores e sedutor perfume.
Um jardim literário nos leva de volta àquele primeiro. E aí voltamos a aprender, brincando de “gente pequena”. Juntamos às letras tiras de invenção. E, no divertimento da livre associação, brindamos a técnica espontânea que nos conduz a camadas empoeiradas. Pelo fio invisível que perpassa a imaginação, podemos chegar a descobertas. Ou degustar o sabor da ficção.
Alfabeto da vida. Decompondo-o, formamos o texto cotidiano das experiências, das vivências lapidadas pelo gozo do existir ou arranhadas pelo desprazer do infortúnio. Palavras carregando sabedoria, palavras recheadas de enganos e desenganos, palavras vazias de encanto ou robustas de felicidade vão construindo o tecido da existência.
Pilotando cada letra - iscas para a imaginação -, vamos navegando pelo universo da quimera: do ver, do perceber, do sentir. E do brincar com a fantasia - campo fértil da escrita. E, aí, redesenhar os traços que nos marcaram.
Alfabeto de massa, brinquedo infantil. No jardim de infância a criança entra no universo dos símbolos e vai descobrindo a magia das palavras através da letra, que encabeça cada nome.
Macarrão de letrinhas, sopa cheirando a alfabeto, colheradas de fantasia, beijos de fumaça. Letras que deslizam no caldo são sonhos que percorrem o imaginário. Projetos que montam no dorso da inocência. No papel, o desenho da letra. Na mente, o registro das significações, o corte e o recorte do que simboliza cada traço. Palavras vestidas de riqueza jardinam a mente infantil. Escrita e papel sintonizam, apontam caminhos. Partida para tecer o texto, voo para a comunicação, rasgo para a vida.
Outros jardins vão florindo pela existência. Nem sempre de viçosas flores e sedutor perfume.
Um jardim literário nos leva de volta àquele primeiro. E aí voltamos a aprender, brincando de “gente pequena”. Juntamos às letras tiras de invenção. E, no divertimento da livre associação, brindamos a técnica espontânea que nos conduz a camadas empoeiradas. Pelo fio invisível que perpassa a imaginação, podemos chegar a descobertas. Ou degustar o sabor da ficção.
Alfabeto da vida. Decompondo-o, formamos o texto cotidiano das experiências, das vivências lapidadas pelo gozo do existir ou arranhadas pelo desprazer do infortúnio. Palavras carregando sabedoria, palavras recheadas de enganos e desenganos, palavras vazias de encanto ou robustas de felicidade vão construindo o tecido da existência.
Pilotando cada letra - iscas para a imaginação -, vamos navegando pelo universo da quimera: do ver, do perceber, do sentir. E do brincar com a fantasia - campo fértil da escrita. E, aí, redesenhar os traços que nos marcaram.
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